Funny moments (Spider version)

Não tenho muito o que postar, então resolvi deleitar vocês com uma das minhas cenas favoritas do meu desenho xodó do momento: Ultimate Spider-Man. Imagem“Ah, não tem tempo pra postar, mas tem pra olhar desenho, né?”

É isso aí. Conforme-se!

Brincadeira! Logo, logo eu apareço com um post novo. ;D

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Mudança

Talvez eu esteja sendo um pouco apressada em fazer uma mudança de blog, mas mudança é uma das palavras que mais faz parte da minha rotina. Gosto de procurar novos ares (mesmo que esses ares sejam virtuais), explorar novas coisas e ver até onde vai minha capacidade.

Eu sei que mudar pode ser ruim também. Especialmente quando implica em largar uma coisa não terminada para começar outra. Porém, tem vezes que não dá para forçar a barra, ou que sai é algo totalmente sem graça, sem vida, completamente monótono.

Além disso, eu sou o que vocês podem chamar de A metamorfose ambulante. Tem coisas que escrevi neste blog que hoje em dia já não condizem com minha opinião.

O mundo muda, eu mudo. E tudo acontece tão depressa. Tem vezes que é difícil acompanhar, mas eu gosto disso. Gosto de me sentir desafiada, mesmo que às vezes minha vida não pareça ser lá muita desafiadora.

Bom, chega de blá, blá. Eu só queria vir aqui para falar da mudança de blog e acabei entrando em algo completamente filosófico. Vou começar a escrever no http://desrascunhado.wordpress.com/Desracunhado é um termo que inventei, mas não entrarei nesse ponto aqui.

 

Até mais!

“Um filme com um sorriso, e talvez uma lágrima…”

Essa é a frase que introduz The Kid (O Garoto). Um filme de comédia dramática de 1921, dirigido, escrito e interpretado por Charles Chaplin.

Ontem (ou seria hoje?) eu resolvi virar a madrugada para ver se conseguia ser produtiva de alguma forma. Quando digo produtiva, eu quero dizer algo como ler textos para o TCC, terminar o artigo da Iniciação Científica, mandar currículos de madrugada ou coisas do gênero. Descobri que doses exageradas de cafeína e de guaraná me deixam completamente noiada. Então acabei não fazendo nada do que havia planejado. Em compensação, não desperdicei minha madrugada. Muito pelo contrário! Fiz uma sessão pipoca com filmes do Chaplin (e outros), todos encontrados no Youtube!

Não vou falar de todos (pelo menos não neste post). Quero falar de um em especial: O Garoto. O filme é simplesmente lindo, tocante e puro! Na minha opinião, um dos melhores feito por Chaplin. Não vou dizer que é O melhor, já que o filme que mais me encantou até hoje foi O Grande Ditador. Todavia, O Garoto é aquele tipo de filme que consegue despertar o melhor nas pessoas, é o tipo de filme que você leva como uma lição de vida. Fico me perguntando se seria errado considerá-lo o Pequeno Príncipe do cinema. Penso que não, já que ler o livro e assistir este filme me passam a mesma sensação. Essa de que apesar dos pesares existe muita bondade no mundo, só temos que aprender a enxergar ela.

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Para quem não conhece, o filme conta a história de um garotinho que é abandonado ainda bebê por uma mãe que não tem condições de criá-lo. O Vagabundo (Chaplin) o encontra e acaba se tornando, praticamente (como ele mesmo diz), seu pai. Conforme o passar dos anos, o Vagabundo e o garoto passam por diversas tramas para conseguirem dinheiro para seu sustento.

Uma das cenas mais tocantes do filme foi o Vagabundo tentando impedir os guardas de levarem o menino. O momento em que os dois se abraçam em cima da caçamba do caminhão é emocionante, além de ter sido um dos poucos momentos em que eu pensei ter visto Chaplin chorar em um filme (ou talvez tenha sido a não tão boa qualidade dele no YouTube, rs).

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Claro, como também se trata de uma comédia, há muitas situações engraçadas, as quais somente Chaplin já conseguiu criar e dar sentido nas telas do cinema (sou bem crica em relação a comédia, sempre prefiro as antigas. Não vejo graça nas atuais). Uma das melhores, na minha opinião, foi a cena em que o garotinho está brigando com um outro menino e o irmão mais velho deste aparece (quando vi ele, logo lembrei dos Irmãos Bacalhau), ameaçando bater no Vagabundo caso o irmãozinho dele apanhasse mais. O Vagabundo, ao ver que o filho está ganhando, finge que ele foi nocauteado e dá toda a glória ao garoto que estava apanhando. Mesmo assim, o “Irmão Bacalhau” procura briga e é atingido por diversas tijoladas do Vagabundo. Lógico que essa sequencia de fatos só tem graça se for assistida. Até porque algumas das melhores coisas do mundo só fazem sentido quando vistas. Sei que a frase não é assim, mas deixa quieto…

Enfim, não tenho mais o que falar desse filme. Ele ao mesmo tempo é tão simples e nos fala tanta coisa. A gente aprende mais em menos de 60 minutos de filme do que em anos indo para a escola.

Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo. 

Acho que esse trecho do livro de Antoine de Saint-Exupéry resume muito bem a relação do Vagabundo e do garoto, que pode ser entendida melhor assistindo todo o filme. Por isso a minha insistência em comparar o Pequeno Príncipe com O Garoto.

Quem quiser conferir, o filme está aí:

Agora é só pegar a pipoca!

 

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O Problema em ser vegetariano

O Problema em ser vegetariano não é “só ter coisa ruim para comer”, como diriam os amigos que comem carne.

Não é ir a uma padaria e perguntar: “Tem algum salgado sem carne?” e ouvir a atendente responder: “Tenho pastel de frango, dona.”

Não é escutar: “Hm, mas só come alface!” de pessoas que comem sempre a mesma coisa.

E nem mesmo se deparar com a falta de alimentos em eventos sociais.

Nenhuma dessas coisas é o problema. São só situações que quem é vegetariano já está acostumado a enfrentar no dia-a-dia.

O problema é ser visto como um estorvo. Isso mesmo! Que atire a primeira pedra o vegetariano que nunca se sentiu assim! Parece que o fato de não comer carne atrapalha as outras pessoas. Elas olham como se isso fosse uma ofensa, um crime, como se uma criança indefesa estivesse sendo estuprada!

Pelo menos é assim que eu me sinto, na maioria das vezes, quando vou comer fora. Sinceramente, já estou pegando fobia disso! Argh!

Eu não me importo em comer somente salada e arroz nos churrascos ou me entupir de docinhos nos aniversários, onde os salgados só têm carne. O que me incomoda são olhares tortos. Aqueles olhares na nuca, que parece que empurram você para baixo. Que deixam a sensação de uma coisa motanda nas costas (aliás, alguém já viu “Shutter”?).

E sabe o que incomoda mais? É você ficar na sua e alguém vir te cutucar, tentando enfiar uma lição de moral tola goela abaixo. Eu nunca comecei nenhuma discussão, mas sempre tive que ouvir ofensas que, muitas vezes, estavam disfarçadas de dúvidas. Não estou dizendo que perguntar é errado, mas existem afirmações disfarçadas de questionamentos, como as famosas: “mas você só come alface?” “e se você estivesse perdida numa ilha? Só comeria mato?”, “não tem pena das plantas?”, “sabia que tem gente que nem carne tem para comer?” etc, e são essas que me incomodam.

Eu nunca quis ser um estorvo para as pessoas. Eu só quero comer minha comida, sem que os outros se incomodem com o conteúdo do meu prato. Nunca olhei para o que os outros estão comendo. Por que as pessoas não seguem meu exemplo?

P.S:

Postei o texto num grupo Vegano do Facebook, o que rendeu um belo debate. Quem quiser ver (e participar), pode entrar aqui. ;D

O Arthur Araújo, lá do Tutz Style, me mando este texto – Meus 10 anos de vegetariano-, que eu simplesmente amei!

Por fim, quero deixar uma reflexão que o Gilberto Leite postou no grupo de debates. Achei tão linda que não pude ignorar!

 O problema todo está em ser minoria e feliz. Isso incomoda a maioria insana. A maioria não pensa por si, obedece a regras de um sistema, de uma economia, de um capitalismo. No fundo, a maioria faz um esforço teatral para parecer o que não é e tal esforço desgasta, consome e dá uma enorme inveja daqueles que, sem representar, são felizes, simplesmente porque são como desejam ser. As minorias, quaisquer que sejam, estão sempre na contramão do “politicamente correto” mas não conheço nenhuma que faça o que faz para parecer correta politicamente; elas fazem o que fazem por acharem ético, e num mundo hipócrita e irreversivelmente putrefato fazer o “eticamente correto” (atenção às aspas) é arriscar-se a ser olhado de esguelha o tempo todo. Olhe a sua volta: as pessoas corretas estão quase sempre sós; as justas, idem; as iluminadas também. As massas humanas não se misturam mais aos bons e isso é ótimo: estão nos permitindo criar mundinhos livres onde podemos viver nossa realidade. Por isso não se importe com os comentários e olhares estranhos, encha o peito de alegria e celebre: sou livre, não sou dominada, tenho consciência elevada, sou do bem por isso sou diferente.

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Oioi!

Eu sei que, talvez, vocês esperam um posicionamento meu em relação aos manifestos. Vocês terão. Essa semana está muito conturbada e eu não sou muito boa de conciliar as coisas, especialmente com essa gripe que toma conta de mim!

Já tenho todo um texto pronto na minha mente, mas estou com dificuldade para colocar ele no papel. Para ser sincera, estou com dificuldade de colocar qualquer coisa no papel! Acho que está na hora de fazer uma visita no meu neurologista e pedir alguns exames para ele, haha.

Enfim, antes que Zod invada a Terra eu volto a postar para vocês!

:D

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Não conte seus sonhos!

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Realize eles! Ou pelo menos conte para a(s) pessoa(s) certas. Senão, pense muito bem antes de ir contando seus sonhos para todo mundo.

Sabe, algumas pessoas têm a mania de cortar asas. Você diz que quer conhecer outros lugares, escrever um livro, adotar uma criança e elas falam que isso tudo é arriscado demais e que você deveria ficar num lugar mais confortável. Elas dizem que você pode até não estar realizando seus sonhos mirabolantes, mas pelo menos estará segurx dos perigos do mundo.

Não que as pessoas façam isso de propósito. Muitas apenas temem que você se machuque ou que se frustre com seus próprios planos. E, se você for como eu, o medo que essas pessoas sentem afetará sua vida também. Se você for facilmente abaladx por palavras (boas ou ruins), tudo o que os outros lhe disserem vai ser um muro no seu caminho e se você não for determinadx o bastante para passar por ele, continuará sempre no mesmo lugar martirizando-se por não ter sido forte e corajosx o bastante.

Então, quando alguém lhe perguntar: “Quais os seus planos para o futuro?”, simplesmente diga:

“Ainda não tenho planos!”

É claro que vão dizer que você é uma pessoa sem determinação e que todos no mundo devem sonhar com alguma coisa. Mas alguns sonhos são grandiosos e arriscados demais para serem compartilhados. O meu conselho é que você os realize primeiro. Então, quando alguém lhe disser: “Me diga seus sonhos!”, você poderá responder:

“Já realizei meus maiores sonhos! Agora a única coisa que desejo é um bom vinho e uma música do Lenine!”

Esta é uma lição de vida que venho tomando para mim ultimamente e até eu compreender isso totalmente, estarei presa por barreiras. O lado bom é que elas não impedirão para sempre, só é preciso um jeito de atravessá-las… na hora certa.

“O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência”

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